Município de Euclides da Cunha comemora sua emancipação nesta segunda-feira 19 de setembro
Os primeiros habitantes do município foram os indígenas caimbés, que se instalaram inicialmente no aldeamento de Maçacará, transferindo-se posteriormente para outro sítio, que mais tarde receberia a denominação de Fazenda Caimbés.
A presença da colonização branca deu-se a partir da pecuária, principalmente por colonos oriundos de Monte Santo e de Tucano. O primeiro núcleo populacional não-idigena foi a Fazenda Cumbe do Major, que abrangia a área onde está hoje a sede de Euclides da Cunha.
Experimentando considerável progresso, nasceu a povoação denominada por Nossa Senhora da Cumbe.
Município criado com território desmembrado de Monte Santo com o nome de Cumbe, por Lei de 11 de junho de 1898. Foi extinto em em junho de 1931, com território anexado a Paripiranga, porém desanexado de Paripiranga e anexado a Monte Santo em julho de 1931. Foi restaurado com território mais uma vez desmembrado de Monte Santo, por Decreto Estadual de 19 de setembro de 1933, com o nome de Euclides da Cunha.
A sede criada freguesia, com a denominação de Nossa Senhora do Cumbe, por Lei Provincial de 18 de maio de 1881, posteriormente revogada por Resolução Provincial de 1882, foi elevada à condição de cidade por Decreto-Lei Estadual de 30 de março de 1938.
Euclides da Cunha:
CEP:48500-000
DDD: 75
VOLTAGEM: 220
DISTÂNCIA DA CAPITAL: 315 KM
RODOVIAS DE ACESSO: BA-220 e BR-116
POPULAÇÃO: 61.112
SUPERFÍCIE: 2.028 Km2
TEMPERATURA MÉDIA: 23,6°C
GENTILICO: EUCLIDENSE
CLIMA: SEMI-ÁRIDO
ALTITUDE: 472 METROS ACIMA DO NÍVEL DO MAR
Fundação:11 de junho de 1898
EMANCIPACÃO: 19 de setembro de 1933
MUNICÍPIOS LIMÍTROFES: Monte Santo, Novo Triunfo Quijingue, Cansanção, Cícero Dantas, Jeremoabo, Canudos e Banzaê.
Atualmente o município de Euclides da Cunha tem 5 distritos e diversas localidades e povoados. Alguns deles:
Massacará (Distrito), criado pela Lei Estadual número 628, de 30 de dezembro de 1952.
Aribicé (Distrito), criado pela Lei Estadual número 4.580 de 5 de novembro de 1985.
Caimbé, (Distrito), criado pela Lei Estadual número 4.582 de 5 de novembro de 1985 e Ruilandia (Distrito).
Os bairros de Euclides da Cunha:
Centro, Jeremias, Duda Macário, Coentro, Jardim Brasil, Minha Casa Minha Vida, Jardim das Acácias, Alto da Bela Vista, Urbis, Pau Miúdo, Caixa D 'Água, Jardim Esperança e Nossa Senhora de Fátima (Dengos).
Os povoados do município:
Muriti
Mestre Campos
Carnaiba
Pinhões
Araçás
Malhada Grande
Santo Antônio
Riacho do Santo Antônio
Queimada do Santo Antônio
Sítio do Jaime
Serra Branca
Lagoa do Oiteiro
Oiteiro
Barreiro
Lagoa Fechada
Lagoa do Pedro
Curral Falso
Pedra Branca
Lagoa do Tanque
Roça de Cima
Juazeiro
Serra do Angico
Serranea
Serra da Mãe Inácio
Melância
Boi Bravo
Lagoa do Limoeiro
Baixa do Exu
Lagoa do Guedes
Cipó
Ferro de Engomar
Varzinha
Junco
Amargosa
Serra Vermelha
Cajazeira
Tinguibohem
Alecrim
Jurema
Jurema da Mata
Lagoa Andada
Lagoa do Costa
Crauno
Roça de Dentro
Porções
Curralinho 1e 2
Mucambo 1e 2
Boqueirão
Bringé
Baixas
Fazenda Giló
Pai Tomé
Veneza
Campo Grande
Cedro
Pedregulho.
Na agricultura há uma expressiva produção de feijão, milho e mandioca. Na pecuária destacam-se, os rebanhos ovinos, suínos, assininos, caprinos e muares. É produtor de galináceos e de mel de abelhas, no setor de bens minerais é produtor de Cal e Calcario. A cidade conta ainda com a exploração mineral do Calcário, Cal Virgem e Pedra, conta também com uma fábrica de estofados.
O município possui um Campos da Universidade do Estado da Bahia- UNEB, Campus 22, com os cursos de Letras e Engenharia Agonomica (presenciais), uma faculdade privada que leva o nome da cidade, a qual possui cursos presenciais de Especializações de graduação em pedagogia, Serviço Social e Administração de Emptesas, além de uma unidade do IFBA- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, com Ensino Médio Técnico Integrado, Ensino técnico subsequente em Informática e Edificações. O município de Euclides da Cunha possui expressiva atividade cultural com artesãos, grupos juninos e companhias teatrais, os artesãos trabalham com barro, piaçava e outros materiais encontrados na própria cidade.
